Combustíveis mais baratos

Publicado por Horta e Costa em 10 de Junho de 2018 | 12:02

A partir de segunda feira os combustíveis vão estar mais baratos. As descidas acontecem tanto nas bombas das principais gasolineiras como nos postos dos hipermercados

Os preços do gasóleo e da gasolina vão descer na próxima semana, reflectindo as cotações médias da gasolina e do gasóleo nos mercados internacionais. Segundo fonte do sector contactada pelo Económico, a “evolução das cotações em euros aponta para uma descida dos preços – mais acentuada no gasóleo que na gasolina – de até 2 cêntimos por litro em ambos os combustíveis”.

As descidas vão sentir-se tanto nas bombas das principais gasolineiras como nos postos dos hipermercados, onde “os cortes rondam os 0,0185 cêntimos por litro, no caso do gasóleo, e 0,0161 euros por litro no que diz respeito à gasolina”, avançou uma outra fonte.

Os preços dos combustíveis subiram ininterruptamente durante mais de dez semanas consecutivas. Uma escalada que foi interrompida esta semana com uma descida de 1,5 cêntimos na gasolina e de um cêntimo no gasóleo. Desde 19 de março, altura em que os preços começaram este ciclo de subidas, a gasolina aumentou 14 cêntimos, enquanto o gasóleo subiu 12 cêntimos nos postos de abastecimento nacionais.

Segundo dados da Comissão Europeia, na semana de 4 de junho, o litro do gasóleo, depois de impostos, custava 1,382 euros em Portugal – o 9.º mais caro entre os 28 países da União Europeia.

Já o preço médio da gasolina 95 octanas praticado em Portugal é o quinto mais caro em toda a UE, custando em média 1,599 euros por litro, 12 cêntimos acima da média europeia e mais 26 cêntimos do que o valor praticado em Espanha. Isto quer dizer que se o condutor atestar um depósito de 60 litros no país vizinho uma vez por semana, ou quatro vezes por mês, vai poupar mais de 700 euros por ano.

Antes de impostos, o cenário altera-se. O preço da gasolina sobe dois lugares (para terceiro), enquanto o do gasóleo desce para a 12ª posição do ‘ranking’ europeu.

Os dados de Bruxelas mostram que, por exemplo, sem impostos, os portugueses pagam menos pelos combustíveis que os espanhóis.

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