Covid-19: O meu manifesto

Publicado por Mtv24 Redação em 24 de Setembro de 2020 | 22:46

Luto e lutarei contra as terríveis discrepâncias que existem entre a gravidade real da COVID-19 e as medidas restritivas que nos estão a ser impostas

1. Não nego, nem nunca negarei a existência deste vírus contagioso, nem a existência de uma pandemia a nível mundial. Como tantas outras que já existiram. E mais virão.

2. Aceito e compreendo o medo sentido por uma grande parte da população, a qual foi metralhada numa campanha sem precedentes durante meses com notícias, imagens e testemunhos de mortes, terror e sofrimento de uma pandemia que se veio a revelar não ser tão grave, pois a esmagadora maioria dos infetados no mundo são assintomáticos, incluindo idosos.

3. Lamento profundamente todas as vítimas de covid 19 em Portugal e o sofrimento das suas famílias, tal como lamento de igual forma todos os óbitos que ocorreram pelas outras causas todas que existem. Não faço distinção nos lamentos, entre mortes por covid e mortes por outras causas.

4. Luto e lutarei contra as terríveis discrepâncias que existem entre a gravidade real da COVID-19 e as medidas restritivas que nos estão a ser impostas, muitas das quais violam os nossos direitos individuais.

5. Ponho em causa os números da taxa de mortalidade em Portugal e no mundo, pois inúmeros estudos apontam que os infetados assintomáticos podem ser entre 10 a 15 vezes mais do que os números oficiais, o que baixa estupidamente os valores da taxa de mortalidade.

Questiono, assim, a letalidade de um vírus que ataca milhões de forma assintomática e mata esmagadoramente pessoas de idade avançada já com múltiplas patologias e comorbidades.

6. Ponho em causa também a mórbida contagem diária de mortos Covid-19 nas conferências de imprensa da DGS e nos meios de comunicação, de forma exaustiva, macabra e massacrante que só contribui para manter a população assustada, receosa e dividida. Provoca stress, depressão, medo e ansiedade em milhões de portugueses.

7. Questiono porque é que a DGS não aproveita as mesmas conferências de imprensa para explicar porque ocorreram este ano 6000 mortes em excesso comparativamente a 2019 (sendo que o Covid 19 só explica cerca de 2000 mortes). *Fonte INE

8. Questiono porque a DGS não explica às famílias dessas 4000 vítimas porque se deixaram de fazer exames, rastreios e consultas. Se calhar, muita destas vítimas poderiam ter sido salvas.

Luto para que se descubra se há responsáveis por estas mortes por negligência, para que sejam julgados.

9. Questiono que sejam contabilizados como mortes covid, os inúmeros óbitos de doentes que iam falecer de outras causas e comorbidades, como por exemplo os doentes terminais de cancro. Será que o fazem para justificar estas medidas sem sentido? Para os números serem mais assustadores?!

10. Questiono as inúmeras contradições e maus exemplos que esta entidade tem dado e as várias medidas restritivas surreais, ridículas e sem sentido que têm sido alvo diário de chacota nas redes sociais e conversas de amigos.

11. Questiono se nos anos anteriores, com médias de 17000 mortes anuais de doenças respiratórias em Portugal (fonte Instituto Nacional Dr. Ricardo Jorge, link em anexo), ou seja  números largamente superiores aos óbitos por covid 19,não se agiu também desta forma e com igual histerismo. (https://www.sppneumologia.pt/…/pneumonia-comum-mata-16…)

12. Questiono porque não se fez uma contagem diária de mortos, campanhas de sensibilização e prevenção nos anos anteriores, quando se viu morrer esses 17.000 portugueses por ano de doenças respiratórias.

13. Pergunto porque não se fazem também atualizações diárias nas conferências de imprensa da DGS sobre os óbitos de outras causas, nomeadamente os referentes a outras doenças respiratórias como a gripe, pneumonia, bronquite e afins que todos os anos matam milhares de portugueses e que, aparentemente este ano desapareceram misteriosamente.

14. Questiono porque se deixaram ao abandono e solidão tantos idosos em lares e casas, sob pretexto de não serem infetados.

15. Questiono porque é que nenhum órgão de informação até hoje, em plena pandemia, deu voz ou entrevistou sequer o movimento dos “Médicos pela verdade”.

Questiono porque os ignoram e fingem que não existem.

Não se justificava ouvir a voz de profissionais da Saúde que têm outra visão da pandemia? Ou não interessa que a população oiça o que eles têm para dizer?

16. Pergunto porque os órgãos de informação em Portugal continuam a alimentar o medo em vez de, nesta fase, tentar tranquilizar a população após estes meses todos de imagens e testemunhos chocantes de terror e mortes.

17. Questiono a fiabilidade dos testes e os negócios obscuros que estão por trás dos mesmos, bem como os lucros gerados com vendas de gel, máscaras, viseiras, acrílicos e afins.

18. Questiono porque não se protegem devidamente os lares, onde estão a maior parte das vítimas em vez de se prejudicar o funcionamento das atividades económicas de milhões de cidadãos.

19. Questiono porque se privam portugueses saudáveis do seu emprego ou negócio por causa de um vírus cuja média de idades dos óbitos é de 81 anos, superior à esperança média de vida em Portugal (80 anos).

20. Questiono como é possível que ainda haja portugueses privados da sua atividade laboral passados 6 meses do início da pandemia (artistas, estabelecimentos noturnos, bares, eventos, etc). Vão esperar até eles morrerem à fome?

21. Abomino fortemente as medidas tomadas em relação às crianças, os traumas e medos que lhes estão a causar. Os valores básicos de que estão a ser privados. Apoio o movimento “Isto não é escola”.

Questiono porque ainda continuam fechados inúmeros parques infantis e espaços de lazer.

22. Abomino a obrigatoriedade do uso da máscara na população saudável e os seus malefícios para a saúde. Considero que apenas doentes e profissionais de saúde que lidem com doentes o deverão fazer.

Aceito também que quem se sentir inseguro, o faça livremente.

Não esquecerei nunca esta frase “falsa sensação de segurança”.

23. Questiono a tortura que é obrigarem milhões de cidadãos a trabalhar horas e horas seguidas de máscara! Incluindo professores, que têm de falar e lecionar de máscara. Isto não tem cabimento!

24. Luto contra a hipocrisia de tantos portugueses que se dizem “preocupados com o vírus” mas depois vejo-os todos em patuscadas, festas, praia, esplanadas etc, sem distanciamento social.

Esta semana, justificava-se um jantar de 200 elementos da Maçonaria? Sem máscaras? Incluindo o presidente da República. “Faz o que eu digo, não faças o que eu faço”. É assim desde Março.

25. Reafirmo a injustiça da quarentena (que foi só para alguns) que deixou tantos portugueses no “bem bom” em casa a receber sem trabalhar ou em teletrabalho e deixou tantos outros na miséria.

26. Questiono porque se restringem as liberdades e direitos de tantos portugueses por uma pandemia onde os infetados são esmagadoramente assintomáticos e se privam milhões do seu trabalho, do são convívio, festas populares, certames, festivais, cerimónias, etc.

27. Repudio os comentários desumanos de que tenho sido alvo por defensores deste “regime”, que me ofendem com os piores termos possíveis, desejam repetidamente a minha morte por covid-19 ou a morte de familiares meus, e desejam inclusive que eu seja sujeito a um tratamento com ventiladores!

Estes comentários, são o espelho desta sociedade hipócrita, mal formada e mal-educada deste país.

28. Repudio a perda de direitos de cidadania por justificação sanitária e exijo a retoma da atividade do S.N.S. sem quaisquer restrições.

Agora, finalmente, pergunto: o lunático sou eu?

Não me vou calar.

Dia 11 de Outubro, concentração nacional em frente à Assembleia da República.

Sérgio Tavares – Jornalista

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