Demolição controlada nas Caldas da Rainha

Demolição controlada de parede de prédio nas Caldas da Rainha prevista para segunda-feira se as condições climatéricas não puserem em risco a operação, informou hoje a Proteção Civil A demolição controlada da parede de um prédio em risco de colapso nas Caldas da Rainha vai ser efetuada na segunda-feira, se as condições climatéricas não puserem […]

Autor: Mtv notícias | Lusa | 16 de Março de 2018

Demolição controlada de parede de prédio nas Caldas da Rainha prevista para segunda-feira se as condições climatéricas não puserem em risco a operação, informou hoje a Proteção Civil


A demolição controlada da parede de um prédio em risco de colapso nas Caldas da Rainha vai ser efetuada na segunda-feira, se as condições climatéricas não puserem em risco a operação, informou hoje a Proteção Civil.

“Se houver condições climatéricas favoráveis para garantir a segurança, a parede será demolida na segunda-feira”, disse à Lusa o responsável pela Proteção Civil na Câmara das Caldas da Rainha, Gui Caldas.

A demolição controlada da parede exterior do edifício em risco de colapso, na Rua Vitorino Fróis, foi determinada pela Câmara das Caldas da Rainha na segunda-feira, depois de no domingo passado a queda do revestimento ter deixado o prédio sem condições de segurança.

A demolição vai ser feita “por uma empresa contratada pelo condomínio”, tendo a Câmara, segundo Gui Caldas, “exigido a presença de um técnico responsável e a entrega de uma memória descritiva e justificativa do que vai ser feito”.

A Câmara exigiu ainda “o encaminhamento dos detritos para empresa certificada” e “isentou a obra do pagamento de taxas”, explicou o responsável.

A queda do revestimento obrigou à evacuação do prédio de seis andares, dois de comércio e quatro de habitação.

A autarquia assumiu os custos de alojamento e alimentação de 13 deslocados na sequência da queda do revestimento, mantendo-se as quatro famílias, com quatro crianças, instaladas até hoje numa residencial da cidade.

“A partir de sábado as três famílias ficarão por conta dos respetivos senhorios, um dos quais se deslocou do estrangeiro para resolver a situação, e uma das famílias, que é proprietária de um dos andares, ficará à sua responsabilidade”, explicou Gui Caldas.

A queda do revestimento, em azulejo, e do bloco de tijolos que o suportava foi causada “pelo facto de não terem sido feitas obras de conservação e restauro no edifício”, da responsabilidade do condomínio, afirmou na altura Gui Caldas , admitindo que a mesma tenha sido “potenciada pelo mau tempo”, embora essa não tenha sido a causa determinante.

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