Funcionários públicos exigem aumentos salariais

Milhares de funcionários públicos protestam em Lisboa. Exigem aumentos salariais e um horário semanal de 35 horas para todos, entre outras medidas Milhares de funcionários públicos desfilam em Lisboa, entre os Restauradores e o Terreiro do Paço, rumo ao Ministério das Finanças, para exigir aumentos salariais e um horário semanal de 35 horas para todos, […]

Autor: Mtv notícias | Lusa | 16 de Março de 2018

Milhares de funcionários públicos protestam em Lisboa. Exigem aumentos salariais e um horário semanal de 35 horas para todos, entre outras medidas


Milhares de funcionários públicos desfilam em Lisboa, entre os Restauradores e o Terreiro do Paço, rumo ao Ministério das Finanças, para exigir aumentos salariais e um horário semanal de 35 horas para todos, entre outras medidas.

“Basta de congelamento! Queremos o nosso aumento!” é uma das frases de luta que estão a ser entoadas pelos funcionários públicos, que se manifestam hoje em Lisboa também pela dignificação das carreiras e pelo combate à precariedade.

Na cabeça da manifestação e a segurar a faixa “Mais salário, carreiras e 35 horas” estão Ana Avoila, dirigente da Frente Comum, e Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP.

À chegada ao Terreiro do Paço, ocorreram momentos de tensão quando os trabalhadores forçaram e derrubaram algumas barreiras que impediam a aproximação dos manifestantes ao Ministério das Finanças.

As autoridades formaram um cordão policial e, pelas 17:00, chegou ao local a polícia de choque para reforçar a segurança.

Os ânimos exaltaram-se entre os trabalhadores, que entoavam “o povo unido já mais será vencido” e o secretário-geral da CGTP chegou mesmo a pedir que a polícia de choque saísse da proximidade do palco onde iria discursar, o que não aconteceu.

Uma delegação do PCP, que conta com a deputada da Assembleia da República Rita Rato e o eurodeputado João Ferreira, por exemplo, marca presença em solidariedade para com os trabalhadores do Estado.

Em conferência de imprensa na passada terça-feira, Ana Avoila criticou o Governo por “não responder” à sua proposta reivindicativa para 2018 de aumentos salariais de 4% (recorde-se que os salários estão congelados desde 2010), sublinhando que os sindicatos não são “figuras decorativas” na negociação.

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