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Governo faz saque fiscal às empresas

Publicado por Vítor Santos em 28 de Janeiro de 2019 | 22:51

Líder parlamentar do CDS-PP acusa o Governo de saque fiscal às empresas e querer acabar com o Serviço Nacional de Saúde

Nuno Magalhães - CDS-PP

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O líder do Grupo Parlamentar do CDS-PP, Nuno Magalhães, acusou o Governo de “saque fiscal às empresas”, que “sobrevivem para pagar tamanha carga de impostos ao Estado”.

Nuno Magalhães, que falava esta tarde de segunda-feira, em Braga, já durante a abertura das Jornadas Parlamentares do CDS/PP, desferiu um ataque cerrado, visando o Executivo de António Costa, desde matérias como a segurança até à Justiça, passando também pela Caixa Geral de Depósitos, dizendo que os centristas “estarão atentos”, face a todas essas questões, “em que em todas elas o nosso partido foi sempre primeiro a alertar o Governo”.

Nuno Magalhães lamentou “estes dois anos infelizmente tão trágicos na proteção civil” e disse que “este Governo decididamente não sabe tratar das questões de segurança e tem um ministro da Administração Interna a dizer que está tudo pacífico, afirmação que só por si é preocupante, porque todas os dias e todas as noites temos assistido a vandalismo”.

Falando sobre o Pacto de Justiça proposto pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o líder parlamentar do CDS/PP disse “ter sido necessário o nosso partido fazer um agendamento potestativo, para finalmente cada um ter que dizer aquilo que pensa do nosso sistema de justiça, dizer de uma vez por todas, para esclarecer qual é a sua posição”.

Nuno Magalhães acusou ainda o Governo de “querer acabar com o Serviço Nacional de Saúde”, com a sua “mascarada austeridade” neste setor, referindo-se ao caso do Hospital de Braga, “que tem um serviço de excelência, que este Governo quer acabar, não devido a questões técnicas financeiras ou geográficas, mas sim por puro fanatismo ideológico da extrema-esquerda que o apoia”, referindo ser “uma unidade hospitalar que presta serviço de excelência a um universo de um milhão de pessoas, com 800 mil atos médicos por ano, empregando mais de 2.800 trabalhadores, mas o Governo quer destruir tudo, trocando o certo pelo incerto, provando ser ele quem quer acabar com o Serviço Nacional de Saúde”.


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