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Movimento angolano defende regresso de retornados e descendentes

Publicado por Vítor Santos em 28 de Abril de 2018 | 23:11

Movimento de União Nacional defende que os desalojados pela descolonização, bem como os seus descendente, têm direito à integração na sociedade angolana

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O Movimento de União Nacional (MUN), que também pode ser chamado de Partido Nacional Deusista e Deocrático de Angola, reagrupa e abre as suas portas, a todo o cidadão Angolano (negro, branco e mestiço), no sentido de finalizar e concretizar o que consideram a última solução.

O MUN, é estabelecido sobre os alicerces de princípios Deusistas, com um sistema político fundamentado na Deocracia e nos valores da sociedade onde o individuo torna ser a base de tudo porque só existe a família, a sociedade e a Nação graças ao individuo, razão pela qual, consideram ser portadores de uma nova filosofia, para erguer o Estado.

Numa nota enviada à nossa redação, o movimento angolano considera-se conservador e nacionalista, com um magno programa de Estado, apoiado numa administração do sistema Federal, semelhante ao dos Estados Unidos da América, Alemanha, Israel ou Brasil, onde o poder Político é descentralizado e coordenado pelo Governo Federal, dirigido por um Chanceler eleito pelo Povo, e um Líder Nacional, Chefe do Estado, escolhido pelo Conselho Supremo do Estado, “a Corte dos Anciões”, e apresentado ao Senado (VOLKSTAG) órgão do Poder legislativo, que representa o Povo na sua íntegra, com transparência.

Com uma nova conceção sobre a Sociedade Angolana, o MUN transmite um discurso e propostas totalmente diferentes daquilo que se conhece de África: “Se queremos ser respeitados, diferentes, devemos começar por aceitar os nossos próprios erros, corrigi-los e abrir portas para um novo horizonte”.

Pela primeira vez, desde 1975, uma Organização Política, está decidida a resolver os problemas dos desalojados pela descolonização, onde os “espoliados” e seus descendentes são considerados Angolanos, com direito à integração na sociedade, a menos que o próprio, negue tal oferta. “Na verdade, é apenas a devolução de um direito, que lhes foi roubado em 1975 pelos comunistas”, lê-se na referida nota.

“Achamos por bem deixar bem vincado, que não somos nem de extrema direita ou direita, nem de esquerda, nem de centro. Somos uma organização com princípios Federalistas, à imagem de Estados Unidos de América, Alemanha e de Brasil. O Nosso fim é o bem do Povo e de Angola, a nossa terra, reafirma o NUM na nota chegada à nossa redação.


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