Negrão é triste e infeliz porque o presidente do PSD o obriga

Publicado por Vítor Santos em 22 de Fevereiro de 2018 | 23:15

Negrão é triste e infeliz porque o presidente do PSD o obriga a ter reuniões de trabalho com António Costa (o tal que usurpou o… [ ]

Negrão é triste e infeliz porque o presidente do PSD o obriga a ter reuniões de trabalho com António Costa (o tal que usurpou o poder após as últimas eleições legislativas)


O PSD tem como líder de bancada um homem com o nome de Negrão. Este homem foi eleito apenas com 39,7% do votos da bancada que vai representar. Em politica, os votos nulos e brancos não contam, mas para o sr. Negrão contam e entende-os como “um benefício da dúvida”.

Apesar deste entendimento, no final da votação, Negrão falou à comunicação social com um semblante carregado, triste, infeliz… diria até, fúnebre.

Confesso que fiquei preocupado com o homem e tentei perceber a razão de toda aquela tristeza.

Afinal, o homem era o único candidato a líder de bancada do PSD. Afinal, o homem ganhou, por poucos, mas ganhou. Afinal, o homem vai liderar a bancada social democrata… porque razão aparece à comunicação social com um ar aflito e apoquentado?

Ao soletrar o nome do homem, fez-se luz! Negrão.

Consultei o dicionário e fiquei a saber que Negrão tem origem latina (nigrum), e quando utilizada como adjetivo, significa que recebe a luz mas não a reflete. Significa ainda que é escuro sombrio e trite; infeliz, fúnebre, aflito e apoquentado. “negrão”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa 2008-2013.

Tenho de reconhecer que este dicionário é a “bíblia” dos sociais democratas nos próximos dois anos.

Negrão não reflete luz porque, a que recebe do presidente do PSD é frouxa;

Negrão é triste e infeliz porque o presidente do PSD o obriga a ter reuniões de trabalho com António Costa (o tal que usurpou o poder após as últimas eleições legislativas);

Negrão é aflito e apoquentado porque sabe que não tem apoio da sua bancada parlamentar;

Negrão é fúnebre porque tem morte anunciada no prazo máximo de dois anos.

É por estas e por outras que eu sempre disse: Política, NUNCA!

Vítor Santos

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