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Os ladrões tomaram conta deste país

Publicado por Vítor Santos em 30 de Dezembro de 2018 | 23:33

Ninguém pode tocar naquele covil de ladrões (Assembleia da República) que, em vez de governar o país, governam-se a si próprios

Parlamento

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Ao longo do tempo tenho escrito inúmeros artigos de opinião neste órgão de comunicação social porque, enquanto cidadão, perante a justiça, tenho o direito de ficar calado; mas nunca me calarei.

Hoje, permitam dirigir-me aos leitores da mtv24 na qualidade de jornalista e diretor deste mesmo jornal. A crença generalizada de que os jornalistas não têm direito a opinar é uma falácia montada por aqueles que os jornalistas incomodam, fazendo perguntas incómodas.

Enquanto jornalista sempre estive do lado mais fracos. Sempre estive do lado dos que trabalham, daqueles que são honestos, dos injustiçados, dos humildes…

Enquanto jornalista procurei sempre denunciar a fraude, a corrupção. Denunciar todos aqueles que, não querendo trabalhar, vivem à custa do trabalho do outros com subsídios e mais subsídios, tornando este país num Estado de pedintes.

Bem sei que este Governo socialista, como de resto, todos os governos socialistas anteriores, têm promovido esta pedinchice fazendo os portugueses acreditar que é possível ter uma vida digna sem trabalhar. Os resultados desta ideologia são bem conhecidos! Por três vezes os socialista levaram este país à banca rota e… preparem-se para a próxima.

Após abril de 74, a classe política aproveitou a sua oportunidade, que não a oportunidade do bem comum. Choveram fundos europeus desviados para enriquecimento privado e miséria do povo. Nunca para o desenvolvimento económico do país.

Hoje, no final do ano 2018, o medo voltou e a corrupção instalou-se. As pessoas têm medo de ficar sem reforma, têm medo de não encontrarem emprego, têm medo de ser despedidas, têm medo de não conseguirem sobreviver a todas as privações que lhes são impostas.

A sociedade portuguesa está dominada pelo medo. Não há liberdade porque a democracia portuguesa não é uma democracia de responsabilidade e de prestação de contas. A Assembleia da República fiscaliza-se a si própria e se o Tribunal de Contas faz algum reparo, temos o mais poderoso do PS, Carlos César a dizer que o Tribunal de Contas “excedeu as suas competências”. Ninguém pode tocar naquele “covil” de ladrões que, em vez de governar o país, governam-se a si próprios.

A classe política habituou-se a privilégios dos quais não abdica e substituiu a ética pelas regras de produção de prova. A imoralidade de um político não pode ser discutida. A imoralidade de alguém que entrou na política com uma mão à frente e outra atrás e, passados 10 anos, tem um império em propriedades e empresas sem se saber como, não pode ser questionado.

A imoralidade e a irresponsabilidade é apanágios dos políticos que elegemos. Ninguém lhes toca! E vão continuar a sugar, a roubar todos os portugueses que trabalham arduamente para sustentar as suas famílias.

E como se não bastasse toda esta miséria, temos um Presidente da República lunático e sem sentido de Estado.

Boas Festas,

Vítor Santos


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