Preferia ser adotado pela IURD

Publicado por Adília Vieira em 14 de Fevereiro de 2018 | 19:17

Bruno Nogueira critica duramente o novo formato da SIC, Supernanny: “Preferia ser adotado pela IURD” “Quando todos achávamos que os programas de televisão já tinha… [ ]

Bruno Nogueira critica duramente o novo formato da SIC, Supernanny: “Preferia ser adotado pela IURD”


“Quando todos achávamos que os programas de televisão já tinha descido ao grau abaixo de esgoto, eis que a SIC começou a emitir no domingo o programa “Supernanny””, começa por dizer Bruno Nogueira. Ao longo de cerca de cinco minutos, o humorista não poupa nas críticas ao novo formato de domingo à noite da estação de Carnaxide.

“Numa frase: Prendam aquela gente toda”, referindo-se aos pais que aceitaram levar os filhos ao programa e à psicóloga Teresa Paula Marques, que diz ajudar a controlar as crianças mais rebeldes. “O que a SIC faz com aquele programa, é o equivalente a pegar na folha com os direitos das crianças e limpar o rabo”, acrescenta.

Bruno Nogueira refere que “Supernanny” “parece ser feito por um nazi pedófilo”. “A ideia de humilhar crianças em horário nobre é de facto muito engraçada, os meus parabéns. O próximo programa da SIC vai ser com paus, cubos de açúcar e idosos num barracão”, ironiza.

Para o humorista, o problema não é “os pais precisarem de ajuda para educarem os filhos”, mas sim “valerem-se da exposição pública dos filhos, e da sede de sangue de um canal, para resolver a questão”. “Mas os putos agora são cachorros para serem ensinados por um domador que vem de fora?”, questiona.

“Eu preferia ser adotado pela IURD a ter pais que me inscrevessem na “Supernanny'”, prossegue o ator, contrariando os dados avançados pelo canal de que o programa foi emitido com sucesso em outros 15 países: “Também há pena de morte em 30 países. E então?”.

No final, deixa conselhos: “Tenham juízo. Internem a psicóloga e acabem com essa vergonha”.

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